Náufraga. Prematurizo sentimentos, amargo por isso. Mas sou feliz, mesmo à fórceps.
Não gosto de leviandades.
Procuro verdades mesmo as mais momentâneas.
Não tolero joguinhos.
Me realizo durante as gargalhadas com meus iguais, essa gente deliciosa do Rio. Aliás amo gente, aquelas de fato, sem firulas, bancas, superficialidades, mesquinharias.
Prefiro as somas às divisões.
Vivo com pouco mas corro todo dia atrás de um muitão!!!!
Tenho saudades da jovelina e sofro com a perda do insólito, acho que essas serão as lacunas infinitas da minha alma.
Amo namorar mas adoooro solidões vez em quando.
O outono sou eu, primavera minha amiga, inverno um primo distante e o verão aquele que aparece qdo quero enlouquecer... coisas habituais. rs.
Tenho uma fênix particular, coisa pra poucos.
Minha família é minha sandice prismal kkkk Ú N I C A!
O bar é meu divã, volta e meia elejo um analista diferente... tô na fase central lapiana do boemia. Já tive fase papos rolhas, vícios, amendoeiras, sem destinos (esse I NES QUE CÍ VEL)!!!
Camaleônica até a raiz do universo, mas de personalidade firme.
Tão simples, tão simples que chego a complicar. É aquele papo: pode ser feijão, arroz e ovo frito mas, o alho tem q socar assim, o tempero desse jeito a água daquele, esses modos exigentes de pessoa chata...
E amanhã talvez seja tudo diferente afinal não me permito marasmos
domingo, 27 de março de 2011
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